Europeana

Na contramão de certos retrógrados (e até a França anda caprichando ultimamente, incrível!), o belo projeto Europeana:

Lançado como resposta ao programa de digitalização de livros do Google, o Europeana é um portal que reúne importantes acervos da Europa, com opção para pesquisa em português. São mais de 2 milhões de obras de naturezas muito diferentes, do retrato de Mona Lisa a um vídeo sobre a queda do Muro de Berlim, da Nona Sinfonia de Beethoven à Divina Comédia de Dante.

O Europeana estreou em novembro e saiu do ar, em seguida, porque recebeu cerca de 10 milhões de acessos por hora e não estava preparada. Com estrutura reforçada, começa agora a liberar, aos poucos, seu conteúdo aos internautas. O endereço é http://www.europeana.eu

O acervo pertence a mais de mil instituições. O portal oferece opções de leitura nas 23 línguas oficiais da União Européia, mais o catalão. [fonte]

Já escrevemos diversas vezes: enquanto diversas fontes (JSTOR entre elas) fecham o acesso de documentos raros, outras tornam o acesso público. Muitos desses documentos, quase impossíveis de encontrar em um passado recente.

Entre a abertura e o fechamento, em meio a decisões jurídicas e contas pagas, ensaiamos como será a rede.

Enquanto isso,

Representantes de editoras, autores, livreiros e parlamentares discutiram hoje (2), Dia Mundial do Livro Infantil, em audiência pública na Câmara dos Deputados a proposta da Lei do Preço Único para regulamentar a venda de livros no país.

A Associação Nacional de Livrarias propõe que os livros sejam vendidos por um preço único sugerido pelo editor, a exemplo do que ocorre com os jornais e as revistas, vendidos pelo mesmo preço em todo o território nacional.

Os livreiros argumentam que os preços cobrados no Brasil inviabilizam o acesso da população à leitura. Segundo a presidente da Associação Estadual de Livrarias do Rio de Janeiro, Milena Duchiade, poucas são as lojas que sobrevivem nas ruas das cidades. Atualmente, as livrarias se concentram nos grandes shoppings, onde os custos são mais elevados, o que também encarece o livro.

“Livro vende pouco porque é caro e é caro porque vende pouco. Enfim, é um ciclo vicioso”, considerou Milena. Os empresários acreditam que a aprovação da lei vai incentir o surgimento de pequenas novas livrarias.

No entanto, os editores não concordam com os argumentos. Segundo o presidente do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, Mauro Koogan Lorch, a unificação de preços acabará com a possibilidade de que as livrarias façam promoções, como as oferecidas na internet. “Não é por falta de livrarias que o brasileiro não lê, mas por falta de dinheiro para ler livros”, disse.

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