O jeitinho como princípio universal

Do Maxblog, via Campana:

Dos 2.083 inscritos no concurso para juiz do Estado do Rio, 33 eram parentes de magistrados. Dos 24 aprovados, sete eram parentes de desembargadores. A proporção assusta. O resto é pior. Dos sete aprovados, seis usaram corretor líquido sobre a mesma palavra, na terceira linha da resposta da primeira ou segunda questão de direito tributário. A palavra escrita em cima do corretor era a mesma que estava em baixo, impressa na folha de prova. Assusta? Tem mais: os suplentes da banca eram todos parentes dos candidatos aprovados. Isto aqui parece filme de terror americano, não acaba mais: o ministro Eros Grau, do Supremo, mandou abrir processo contra o presidente do TJ RJ, desembargador Sérgio Cavalieri, e os seis juízes. Mas recusou afastar os juízes dos cargos.

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