A escuridão dos livros negros

A Civilização Brasileira acabou de lançar O Livro Negro da Psicanálise (organizado por Stephenie, quer dizer, Catherine Meyer).

O livro já é relativamente antigo (este mesmo blog compartilhou alguns links sobre os debates animados ainda em 2008). E o lançamento do livro no Brasil inverte um outro debate surgido no ano passado: Michel Onfray havia publicado O Crepúsculo de um Ídolo [Le Crepuscule d’une Idole], livro que causou certo rebuliço na França, inclusive com debates acalorados entre Onfray e Jacques-Alain Miller.

No contexto do Crepúsculo, Onfray aqui e ali fez menções ao Livro Negro. Este, por sua vez, recebeu críticas de um Anti-Livro Negro [L’Anti-Livre Noir de la Psychanalyse].

A publicação do Livro Negro ocorre, no Brasil, em meio a um debate bastante dobrado e redobrado. A edição reune diversos motes críticos das outras disciplinas psicológicas contra Freud; por sua vez, tais motes receberam certa atenção de um lado pelo "anti-livro" e de outro pela nova crítica de Onfray. Resultado desses desdobramentos? Como sempre, problemas ainda na ordem da vez.

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 E por falar em Onfray, o filósofo normando publicou há pouco outro curioso livro: O Recurso às Florestas – A Tentação de Demócrito (inclusive objeto de adaptações teatrais).

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