Mãe guarda células-tronco da caçula para salvar outro filho

Em Maringá (PR), uma mãe resolveu recolher preventivamente células-tronco do cordão umbilical da filha caçula para um possível transplante no filho mais velho, que sofre de leucemia.

Diante desta situação, os sentimentos se confundem. Adriane contou que se por um lado, está feliz com o nascimento da filha, por outro, está apreensiva. Há ainda a lamentação por não ter reservado o material genético do filho, logo que nasceu.

“Na minha primeira gravidez, eu nem pensei. Se tivesse feito, seria 100% compatível. Mas você nunca espera que vai acontecer com a gente, só vê em filme, em novela”, disse Adriane.

“É a oportunidade única de colher [as células-tronco]. É um material desprezado, se todas as pessoas colhessem, se o governo colhesse… É a solução de cura para as pessoas”, destacou a mãe

Isso tudo parece muito interessante nos diversos debates (e não-debates) sobre ética na manipulação de embriões e retirada de células-tronco. Resguarda-se células-tronco sem o descarte de embriões formados, garantindo ainda a compatibilidade perfeita, num cenário em que essas pesquisas parecem avançar rapidamente.

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